A história se inicia com a apresentação dos personagens em sua atividade mais marcante, o que eleva a clareza narrativa. Olive, a garotinha da família, se exercita frente à TV assistindo a um concurso de Miss; Dwayne, o filho calado, faz em seu quarto seus exercícios diários; Richard, o ‘homem de sucesso’, dá aula sobre as regras de como ser bem sucedido e que não são tão reconhecidas; Cheryl, a mãe agitada, fuma enquanto dirige; Edwin, o vovô moderno, se droga no banheiro; e, por fim, Frank, o tio depressivo, está num momento de crise. De certa forma, essa introdução me fez lembrar ‘O Fabuloso Destino de Amelie Poulain’, onde os personagens são apresentados com seus respectivos gostos acompanhados de uma trilha sonora sensacional. Sim, a trilha que acompanha esse início de filme é perfeita!
Acompanhando o ritmo do longa temos a impressão de que vamos matar Richard, implorar para que Dwayne fale, torcer para que o vovô solte mais uma de suas pérolas e para que Olive faça suas performances nada convencionais. De tanto nos sentirmos incomodados, a cada situação que aparece soltamos uma leve gargalhada. O filme é um drama-comédia meio trágico adorável para assistir quando estivermos nos sentindo para baixo. Dirigido por Jonathan Dayton e Valerie Faris, o longa, mesmo tendo sido produzido com pouca verba, surpreende pela originalidade e não deixa desejar na continuidade, nos ambientes e nas atuações. A história de Olive e sua família não pedem diferente do que presenciamos, o roteiro pede justamente essa sutileza, essa simplicidade, dotada de grandes sacadas. ‘Pequena Miss Sunshine’, apesar do nome, trata da essência acima das regras de sucesso que venham a fazer parte de nossas vidas ou acima de qualquer defeito que venham a jogar em nossas caras. A perua organizadora do concurso, que tanto Olive quis participar, perdeu a chance de premiar a integrante de uma das mais brilhantes famílias americanas retratadas no cinema.
Acompanhando o ritmo do longa temos a impressão de que vamos matar Richard, implorar para que Dwayne fale, torcer para que o vovô solte mais uma de suas pérolas e para que Olive faça suas performances nada convencionais. De tanto nos sentirmos incomodados, a cada situação que aparece soltamos uma leve gargalhada. O filme é um drama-comédia meio trágico adorável para assistir quando estivermos nos sentindo para baixo. Dirigido por Jonathan Dayton e Valerie Faris, o longa, mesmo tendo sido produzido com pouca verba, surpreende pela originalidade e não deixa desejar na continuidade, nos ambientes e nas atuações. A história de Olive e sua família não pedem diferente do que presenciamos, o roteiro pede justamente essa sutileza, essa simplicidade, dotada de grandes sacadas. ‘Pequena Miss Sunshine’, apesar do nome, trata da essência acima das regras de sucesso que venham a fazer parte de nossas vidas ou acima de qualquer defeito que venham a jogar em nossas caras. A perua organizadora do concurso, que tanto Olive quis participar, perdeu a chance de premiar a integrante de uma das mais brilhantes famílias americanas retratadas no cinema.
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