O final do ano, enfim, chegou. Nos damos conta disso quando saímos de casa e vemos luzes pela cidade, lojas enfeitadas e uma quantidade enorme de “Papai Noel” em todos os cantos.
Aquele espírito de Natal de que tanto ouvimos falar toma conta das pessoas. É nessa época que ficamos solidários e generosos. Compramos presentes para todos os amigos e familiares. Gastamos nossas economias com futilidades que, provavelmente, não servirão para muita coisa. É claro, também resolvemos doar um vinho para o lixeiro. Por que não uma caixa de bombons para a faxineira? E, se o espírito de Natal tiver nos tomado por completo, ainda compramos brinquedos para algum orfanato.
Esse espírito também faz com que as desavenças na família desapareçam. Pelo menos durante o começo da ceia, todos se dão bem. Em nenhum outro momento do ano comemos tantas coisas gostosas em uma só refeição. A decoração da casa completa o espírito que nos envolve. A árvore de Natal cheia de enfeites e presentes. Os guardanapos em vermelho e verde, as taças de cristal e as sobremesas deliciosas dão mais sabor ao clima.
Até planejar uma viagem de férias faz parte da época do Jingle Bells! Mesmo que o dinheiro não permita, dá-se um jeito e vamos para a praia. É aí que o espírito de Natal começa a dar lugar para o espírito do Reveillon. O fim do ano, enfim, parece estar mais próximo.
Ele pode significar alívio para aqueles que sofreram com uma maré de azar em 2007, ou então, saudosismo para quem conseguiu contemplar todos os dias do ano com coisas boas. É nessa época que fazemos um balanço de nossas vidas. Planos para o próximo ano. Listas de coisas que queremos fazer. Mas antes que o ano vire, é necessário rever uma única coisa: é esse o espírito que queremos para as festas de final de ano? É essa aparente bondade que buscamos? É a falsa religiosidade escondida por trás de um consumo exagerado?
Há muito tempo em que a verdadeira intenção das comemorações de final de ano já foi esquecida. O espírito de que tanto ouvimos falar está na TV, nos outdoors e nas vitrines. O Papai Noel não presenteia as crianças que se comportam: filhos mimados ganham brinquedos importados e crianças pobres passam o dia 25 de dezembro, se tiverem sorte, com um presente doado por uma pessoa “caridosa”. É esse Natal que esperamos? Aliás, esperamos essa época para fingirmos que nos preocupamos com o outro?
A esperança para o próximo ano precisa vir acompanhada de ação. É preciso agir para que a esperança e a reflexão tornem-se mudanças reais nas nossas vidas e na sociedade. É preciso acreditar que o espírito de Natal, de fato, existe.
A bondade, a generosidade e a magia fazem parte das celebrações dessa época. Cabe a cada um de nós repensar o que queremos para o final do ano. Mais do que desejos e pedidos para 2008, devemos aproveitar os últimos momentos de 2007. Agradecer pelo que passamos, agradar quem amamos e, sem exageros, participar dos festejos!
“Adeus Ano Velho. Feliz Ano Novo. Que tudo se realize no ano que vai nascer! Muito dinheiro no bolso, saúde para dar e vender”.
Aquele espírito de Natal de que tanto ouvimos falar toma conta das pessoas. É nessa época que ficamos solidários e generosos. Compramos presentes para todos os amigos e familiares. Gastamos nossas economias com futilidades que, provavelmente, não servirão para muita coisa. É claro, também resolvemos doar um vinho para o lixeiro. Por que não uma caixa de bombons para a faxineira? E, se o espírito de Natal tiver nos tomado por completo, ainda compramos brinquedos para algum orfanato.
Esse espírito também faz com que as desavenças na família desapareçam. Pelo menos durante o começo da ceia, todos se dão bem. Em nenhum outro momento do ano comemos tantas coisas gostosas em uma só refeição. A decoração da casa completa o espírito que nos envolve. A árvore de Natal cheia de enfeites e presentes. Os guardanapos em vermelho e verde, as taças de cristal e as sobremesas deliciosas dão mais sabor ao clima.
Até planejar uma viagem de férias faz parte da época do Jingle Bells! Mesmo que o dinheiro não permita, dá-se um jeito e vamos para a praia. É aí que o espírito de Natal começa a dar lugar para o espírito do Reveillon. O fim do ano, enfim, parece estar mais próximo.
Ele pode significar alívio para aqueles que sofreram com uma maré de azar em 2007, ou então, saudosismo para quem conseguiu contemplar todos os dias do ano com coisas boas. É nessa época que fazemos um balanço de nossas vidas. Planos para o próximo ano. Listas de coisas que queremos fazer. Mas antes que o ano vire, é necessário rever uma única coisa: é esse o espírito que queremos para as festas de final de ano? É essa aparente bondade que buscamos? É a falsa religiosidade escondida por trás de um consumo exagerado?
Há muito tempo em que a verdadeira intenção das comemorações de final de ano já foi esquecida. O espírito de que tanto ouvimos falar está na TV, nos outdoors e nas vitrines. O Papai Noel não presenteia as crianças que se comportam: filhos mimados ganham brinquedos importados e crianças pobres passam o dia 25 de dezembro, se tiverem sorte, com um presente doado por uma pessoa “caridosa”. É esse Natal que esperamos? Aliás, esperamos essa época para fingirmos que nos preocupamos com o outro?
A esperança para o próximo ano precisa vir acompanhada de ação. É preciso agir para que a esperança e a reflexão tornem-se mudanças reais nas nossas vidas e na sociedade. É preciso acreditar que o espírito de Natal, de fato, existe.
A bondade, a generosidade e a magia fazem parte das celebrações dessa época. Cabe a cada um de nós repensar o que queremos para o final do ano. Mais do que desejos e pedidos para 2008, devemos aproveitar os últimos momentos de 2007. Agradecer pelo que passamos, agradar quem amamos e, sem exageros, participar dos festejos!
“Adeus Ano Velho. Feliz Ano Novo. Que tudo se realize no ano que vai nascer! Muito dinheiro no bolso, saúde para dar e vender”.
Um comentário:
Exceleeente! De verdade!
Beijoo!
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