A modernização das sociedades acontece naturalmente. Ou pelo menos deveria acontecer. O cotidiano tem o dom de criar, por si só, atitudes e conceitos novos que são, no real sentido da palavra, modernos. Porém, após a Revolução Industrial, com o advento do capitalismo e da vida urbana, a palavra modernização parece ter caído, literalmente, “na boca do povo”.
As mudanças aceleradas e contínuas transformam valores, crenças e padrões com a mesma velocidade com que pisco os olhos. Na verdade, atualmente, quando piscamos já perdemos detalhes de uma nova alteração. Tudo aponta para a captação do passageiro, desde a tecnologia até o próprio homem. O tempo se impõe como desafio e tentar fixar o efêmero se torna objetivo de um indivíduo para superar a angústia de perceber que tudo muda sem que ele ao menos possa participar.
Não nego que me sinto assim e que sou filho dessa época em que nem o tempo consegue nos fazer entender as coisas, pois ele também está com pressa. Por isso lanço a pergunta: por que modernidade? Se tudo que é novo é moderno, se cada dia traz uma inovação, por que chamar um período de modernidade? Os entendidos do assunto dizem que esse período já passou e que somos pós-modernos. Eu nego e me recuso a aceitar. Se não consigo ao menos acompanhar essa infinita imposição de novidades, modernidades, não quero nem pensar no que seriam as pós-modernidades. Tenho medo.
Tudo isso no mínimo me confunde. A discussão recomeçaria se todos os argumentos fossem novamente expostos. Talvez seja esse o destino de uma sociedade em que a mudança se tornou um aspecto de sobrevivência: viver num eterno paradoxo.
As mudanças aceleradas e contínuas transformam valores, crenças e padrões com a mesma velocidade com que pisco os olhos. Na verdade, atualmente, quando piscamos já perdemos detalhes de uma nova alteração. Tudo aponta para a captação do passageiro, desde a tecnologia até o próprio homem. O tempo se impõe como desafio e tentar fixar o efêmero se torna objetivo de um indivíduo para superar a angústia de perceber que tudo muda sem que ele ao menos possa participar.
Não nego que me sinto assim e que sou filho dessa época em que nem o tempo consegue nos fazer entender as coisas, pois ele também está com pressa. Por isso lanço a pergunta: por que modernidade? Se tudo que é novo é moderno, se cada dia traz uma inovação, por que chamar um período de modernidade? Os entendidos do assunto dizem que esse período já passou e que somos pós-modernos. Eu nego e me recuso a aceitar. Se não consigo ao menos acompanhar essa infinita imposição de novidades, modernidades, não quero nem pensar no que seriam as pós-modernidades. Tenho medo.
Tudo isso no mínimo me confunde. A discussão recomeçaria se todos os argumentos fossem novamente expostos. Talvez seja esse o destino de uma sociedade em que a mudança se tornou um aspecto de sobrevivência: viver num eterno paradoxo.
Um comentário:
Adoreeeeeeeeeeei!!
Mandou beeem!!!! :D:D
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