Ansiosa para que chegassem as férias, lá estava eu, esperando o resultado final daquele período que parecia não terminar nunca. Diante da aprovação, fui para casa arrumar minhas coisas e de lá para a rodoviária. Afinal de contas, era Natal e eu precisava rever minha família.
De volta ao lar, eu percebia a nítida agitação de meus pais devido à minha chegada. A casa estava cheia e ainda esperávamos a vinda de meus irmãos, primos e tios. Estávamos todos em polvorosa pela véspera do Natal, pois a família inteira iria se reunir para revelarmos o amigo oculto.
Natal em família é sempre tudo a mesma coisa: uma ceia farta, com muito peru e farofa, árvores enfeitadas com presentes, presépios, missa do Galo com encenação do nascimento de Cristo e amigo oculto antes do jantar. Na minha família não é diferente. É por isso que digo que o Natal é a data que mais gosto, posso rever a todos, rir um pouco das minhas tias fofocando e ganhar presente, a melhor parte da festa.
Depois de voltarmos da igreja, chegava a hora de revelar o tão esperado amigo oculto. Hora de presentear e agradar a quem a gente gosta. Hora da típica marmelada, das faces de desaprovação com os presentes que não agradavam, dos gritos de adivinhação de quem tirou quem e de toda a farra que envolve um dia de festa, ainda mais quando esse dia se trata do Natal.
E como todo Natal que se preze, o melhor momento é a ceia. A ceia de Natal é uma forma de reunir muitas famílias pelo mundo todo, é por isso que busco aproveitar até o último minuto a noite de 25 de dezembro. Quando criança, eu sonhava com a data para rever o bom velhinho, agora, a minha vontade é que o dia chegue para que eu possa ver toda a minha família reunida e feliz.
Mas como tudo na vida, o Natal é uma data que passa. E naquele ano o mais difícil foi a despedida. Eu ainda tinha alguns dias em casa até o reveillon, mas depois disso, precisava voltar para Juiz de Fora, pois a ingrata greve faria com que estudássemos em pleno janeiro. E assim se deu. Mais uma vez, eu estava diante de um período que recomeçaria cheio de novidades, juntamente com um ano novo que prometia muitas surpresas.
De volta ao lar, eu percebia a nítida agitação de meus pais devido à minha chegada. A casa estava cheia e ainda esperávamos a vinda de meus irmãos, primos e tios. Estávamos todos em polvorosa pela véspera do Natal, pois a família inteira iria se reunir para revelarmos o amigo oculto.
Natal em família é sempre tudo a mesma coisa: uma ceia farta, com muito peru e farofa, árvores enfeitadas com presentes, presépios, missa do Galo com encenação do nascimento de Cristo e amigo oculto antes do jantar. Na minha família não é diferente. É por isso que digo que o Natal é a data que mais gosto, posso rever a todos, rir um pouco das minhas tias fofocando e ganhar presente, a melhor parte da festa.
Depois de voltarmos da igreja, chegava a hora de revelar o tão esperado amigo oculto. Hora de presentear e agradar a quem a gente gosta. Hora da típica marmelada, das faces de desaprovação com os presentes que não agradavam, dos gritos de adivinhação de quem tirou quem e de toda a farra que envolve um dia de festa, ainda mais quando esse dia se trata do Natal.
E como todo Natal que se preze, o melhor momento é a ceia. A ceia de Natal é uma forma de reunir muitas famílias pelo mundo todo, é por isso que busco aproveitar até o último minuto a noite de 25 de dezembro. Quando criança, eu sonhava com a data para rever o bom velhinho, agora, a minha vontade é que o dia chegue para que eu possa ver toda a minha família reunida e feliz.
Mas como tudo na vida, o Natal é uma data que passa. E naquele ano o mais difícil foi a despedida. Eu ainda tinha alguns dias em casa até o reveillon, mas depois disso, precisava voltar para Juiz de Fora, pois a ingrata greve faria com que estudássemos em pleno janeiro. E assim se deu. Mais uma vez, eu estava diante de um período que recomeçaria cheio de novidades, juntamente com um ano novo que prometia muitas surpresas.
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