O final do ano já chegou e as pessoas estão correndo para as lojas com o intuito de fazer as compras de Natal. Todos esperam o tão famoso décimo terceiro para fazer seus investimentos. O comércio de Juiz de Fora já anunciou que fará um horário especial a partir do dia oito de novembro.
É engraçado o movimento frenético nas principais ruas da cidade, as horas extras das lojas e o desânimo dos vendedores. Eles não disfarçam em nenhum momento que estão ali por obrigação e porque também querem seu décimo terceiro. Os donos de loja fazem maratonas malucas e obrigam os empregados a quase duplicar as horas de trabalho.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Silas Batista, pelo menos deu uma boa notícia aos empregados: disse que parte do serviço desse período será pago em espécie e a outra compensada em folgas no carnaval e no dia do Comerciário.
Outra coisa interessante é a atividade da polícia. Durante o ano todo, no centro da cidade acontecem as mais estranhas ocorrências, mas nos meses finais, a guarnição manda mais soldados às ruas para garantir o faturamento das lojas e dos supermercados.
A prefeitura - alvo de tantas denúncias - espalha nas periferias enormes placas para destacar as providências que foram tomadas durante o ano sendo que, nesse período, as ruas ficaram esburacadas, muitas pessoas se rebelaram contrárias aos aumentos abusivos do preço das passagens de ônibus, contra a insegurança da cidade e permaneceram indignadas com a ineficiência dos burocratas que trabalham neste município.
Ninguém ainda se lembra das manifestações de estudantes, dos atropelamentos, da falta de médicos no Pronto Socorro, dos assaltos, das brigas de gangues, das rebeliões na penitenciária... Existem ainda as reclamações feitas ao Governo Federal. Quem está comentando sobre o projeto Bolsa Família? Quem ridiculariza as falas metafóricas do presidente? Onde estão aqueles que serão responsáveis por votar a prorrogação da CPMF?
Poucos se recordam que esse é um momento de mudanças, uma hora de repensar os erros e tentar ser diferente no ano que virá. Essa é a oportunidade de buscar coisas novas e de tentar mudar. Não é uma provocação, mas um empenho que todos devem ter como meta no ano que vem.
Pode ser que depois de sair de 2007 as coisas mudem e a gente consiga ser premiado com um Brasil mais justo. Ano que vem a gente discute mais porque agora tenho que comprar a boneca da Mariazinha, a bola do Joãozinho, a toalha de mesa da D. Joana, o brinco da Estela...
É engraçado o movimento frenético nas principais ruas da cidade, as horas extras das lojas e o desânimo dos vendedores. Eles não disfarçam em nenhum momento que estão ali por obrigação e porque também querem seu décimo terceiro. Os donos de loja fazem maratonas malucas e obrigam os empregados a quase duplicar as horas de trabalho.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Silas Batista, pelo menos deu uma boa notícia aos empregados: disse que parte do serviço desse período será pago em espécie e a outra compensada em folgas no carnaval e no dia do Comerciário.
Outra coisa interessante é a atividade da polícia. Durante o ano todo, no centro da cidade acontecem as mais estranhas ocorrências, mas nos meses finais, a guarnição manda mais soldados às ruas para garantir o faturamento das lojas e dos supermercados.
A prefeitura - alvo de tantas denúncias - espalha nas periferias enormes placas para destacar as providências que foram tomadas durante o ano sendo que, nesse período, as ruas ficaram esburacadas, muitas pessoas se rebelaram contrárias aos aumentos abusivos do preço das passagens de ônibus, contra a insegurança da cidade e permaneceram indignadas com a ineficiência dos burocratas que trabalham neste município.
Ninguém ainda se lembra das manifestações de estudantes, dos atropelamentos, da falta de médicos no Pronto Socorro, dos assaltos, das brigas de gangues, das rebeliões na penitenciária... Existem ainda as reclamações feitas ao Governo Federal. Quem está comentando sobre o projeto Bolsa Família? Quem ridiculariza as falas metafóricas do presidente? Onde estão aqueles que serão responsáveis por votar a prorrogação da CPMF?
Poucos se recordam que esse é um momento de mudanças, uma hora de repensar os erros e tentar ser diferente no ano que virá. Essa é a oportunidade de buscar coisas novas e de tentar mudar. Não é uma provocação, mas um empenho que todos devem ter como meta no ano que vem.
Pode ser que depois de sair de 2007 as coisas mudem e a gente consiga ser premiado com um Brasil mais justo. Ano que vem a gente discute mais porque agora tenho que comprar a boneca da Mariazinha, a bola do Joãozinho, a toalha de mesa da D. Joana, o brinco da Estela...
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