
A violência que contaminou os grandes centros e amedronta a toda essa população, agora se espalha pelas pequenas cidades em proporções assustadoras. Assaltos à mão armada, investigações pela Polícia Federal, assassinatos, tráfico, lavagem de dinheiro e emboscadas para policiais. Cenário de grandes centros? Não mais...
Na madrugada de terça-feira (27), uma viatura da Polícia Militar de Campos Gerais, no sul de Minas Gerais, foi atingida por tiros ao ser chamada para atender uma ocorrência de furto em um bairro afastado da cidade. Segundo os militares, eles foram surpreendidos ao encontrar a estrada bloqueada com galhos de árvores. Os três policiais que estavam no carro não ficaram feridos, no entanto, o crime chocou a cidade de cerca de 26 mil habitantes.
E esse não é o único caso assustador da pequena cidade. A população ainda reclama de falta de segurança na zona rural, onde assaltos de maquinários, produtos agrícolas e animais são freqüentes, e na cidade, onde cada vez mais comércios e casas sofrem com o mesmo problema e, não raramente, à mão armada.
Que a violência não mais escolhe suas vítimas, já se sabe. Que a situação está inaceitável, mais ainda. Que algo precisa ser feito para mudar essa situação caótica, é o que todos pensam. Mas o que fazer? Como agir? Se nos grandes centros a polícia treinada e acostumanda a lidar com casos assim, infelizmente não consegue soluções efetivas, que chances existem para policiais de pequenas cidades, com menos treinamentos e menor infra-estrutura?
Por outro lado, toda essa realidade me leva a uma outra reflexão. Se nas cidades grandes o fato de existirem muitas pessoas para poucas oportunidades, grandes desigualdades sociais e pessoas vivendo em condições sub humanas favorecem o caos, qual a explicação para tamanha violência nessas cidades pequenas, onde o estudo público ainda funciona, as lavouras ainda conseguem acolher toda a mão de obra disponível na cidade e a força católica – e portanto solidária – ainda permanece viva?
O que parece é que, algumas pessoas, passaram a achar mais fácil e digno roubar o do outro do que conseguir o seu. Há uma total inversão de valores. Não é mais a polícia quem faz emboscada para bandido: são bandidos quem armam contra os policiais. Hoje em dia é legal ser da “turma do mal” enquanto é careta fazer o bem e agir de acordo com os princípios morais e legais.
Situações preocupantes e alarmantes, visto que ser um “fora da lei” hoje significa chegar ao sucesso primeiro, não receber nenhuma punição pelos atos cometidos e ainda ser popular na comunidade que domina. A única coisa a se dizer é o óbvio: se nada for feito para melhorar as condições em que estamos vivendo, o futuro será ainda pior.
Na madrugada de terça-feira (27), uma viatura da Polícia Militar de Campos Gerais, no sul de Minas Gerais, foi atingida por tiros ao ser chamada para atender uma ocorrência de furto em um bairro afastado da cidade. Segundo os militares, eles foram surpreendidos ao encontrar a estrada bloqueada com galhos de árvores. Os três policiais que estavam no carro não ficaram feridos, no entanto, o crime chocou a cidade de cerca de 26 mil habitantes.
E esse não é o único caso assustador da pequena cidade. A população ainda reclama de falta de segurança na zona rural, onde assaltos de maquinários, produtos agrícolas e animais são freqüentes, e na cidade, onde cada vez mais comércios e casas sofrem com o mesmo problema e, não raramente, à mão armada.
Que a violência não mais escolhe suas vítimas, já se sabe. Que a situação está inaceitável, mais ainda. Que algo precisa ser feito para mudar essa situação caótica, é o que todos pensam. Mas o que fazer? Como agir? Se nos grandes centros a polícia treinada e acostumanda a lidar com casos assim, infelizmente não consegue soluções efetivas, que chances existem para policiais de pequenas cidades, com menos treinamentos e menor infra-estrutura?
Por outro lado, toda essa realidade me leva a uma outra reflexão. Se nas cidades grandes o fato de existirem muitas pessoas para poucas oportunidades, grandes desigualdades sociais e pessoas vivendo em condições sub humanas favorecem o caos, qual a explicação para tamanha violência nessas cidades pequenas, onde o estudo público ainda funciona, as lavouras ainda conseguem acolher toda a mão de obra disponível na cidade e a força católica – e portanto solidária – ainda permanece viva?
O que parece é que, algumas pessoas, passaram a achar mais fácil e digno roubar o do outro do que conseguir o seu. Há uma total inversão de valores. Não é mais a polícia quem faz emboscada para bandido: são bandidos quem armam contra os policiais. Hoje em dia é legal ser da “turma do mal” enquanto é careta fazer o bem e agir de acordo com os princípios morais e legais.
Situações preocupantes e alarmantes, visto que ser um “fora da lei” hoje significa chegar ao sucesso primeiro, não receber nenhuma punição pelos atos cometidos e ainda ser popular na comunidade que domina. A única coisa a se dizer é o óbvio: se nada for feito para melhorar as condições em que estamos vivendo, o futuro será ainda pior.
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